A economia brasileira passou por uma virada brusca nos últimos anos, saindo de um “boom” econômico para uma profunda recessão.

 

Enquanto em 2010 o país registrava seu maior avanço do PIB em 20 anos, quando a economia cresceu 7,5%. (fonte: Portal G1), em 2016, ela encolheu 3,6%.

 

Com isso, tivemos aumento da inflação e dos índices de desemprego, que reduziram drasticamente o poder aquisitivo e os hábitos de consumo conquistados por muita gente enquanto a economia estava aquecida.

 

 

Como as empresas lidaram com a crise?

Por conta da situação, as pessoas tiveram de se reinventar para seguir produzindo – ganhando dinheiro – e, assim, preservar as condições de vida de suas famílias. A crise também apresentou reflexos na política, pois o governo não teve fôlego para segurar os gastos, principalmente por conta dos problemas e escândalos nas contas públicas.

 

Quanto às empresas, a maioria delas precisou bolar estratégias de sobrevivência para se manter no mercado, e as contratações, é claro, foram drasticamente afetadas. Pois com o crescimento estancado, mesmo manter os funcionários estáveis foi uma tremenda dificuldade.

 

Para a Luandre, a fase foi desafiadora, mas o foco em estratégias assertivas permitiu o estímulo às contratações, principalmente direcionado às empresas que contratam temporários. Assim, o receio foi sendo vencido e a agência alcançou um aumento de 18% das vagas em 2016, a maioria delas para o varejo.

 

Foi um recorde de crescimento em meio a um momento tão complicado, enquanto o desemprego estava batendo índices nunca antes atingidos.

 

Atuação do RH em tempos difíceis

Em tempos de crise, normalmente as empresas se voltam para o público externo, visando aumentar as vendas e investir no que possa gerar mais lucro e recuperação.

 

É nessa hora que o RH deve redobrar a atenção aos colaboradores, otimizando a comunicação e aproximando as lideranças de suas equipes. É muito importante observar que o clima organizacional provavelmente está abalado e precisando de um reforço para o bom funcionamento geral do trabalho.

 

Cabe aos Recursos Humanos minimizar esses impactos, atuando para manter os profissionais motivados através de estímulos a contribuições de ideias para melhorar serviços e produtos. A reordenação do trabalho e implantação de métodos menos tradicionais de gestão das pessoas devem também fazer parte da nova rotina.

 

2018 – ano de recuperação

Foram 3 anos consecutivos de queda de empregos, porém a fase atual é finalmente de recuperação. Hoje conseguimos enxergar um novo cenário, onde são gerados mais empregos (por consequência mais contratações), marcado pela retomada da construção civil e da indústria automobilística, grandes indícios de melhoria.

 

Além disso, o surgimento de startups e novos investimentos em negócios simbolizam um novo ciclo de fortalecimento do mercado. Com a saída da crise, então, cabe às empresas a preparação para a retomada e o RH tem função importante no processo.

 

Os profissionais da área têm agora novos desafios: conseguir reter colaboradores que foram contratados muitas vezes com salários abaixo da média e intensificar esforços no recrutamento e seleção produtivo e eficiente.

A temporada de crise do país deve ser encarada, nesse momento de superação, como oportunidade de aprendizado e participação efetiva do RH como parceiro das lideranças e importante suporte na tomada das decisões.

 

A motivação da equipe, por outro lado, também precisa ser estimulada e mantida, pois a demanda de trabalho pode superar o ritmo que andava seguindo. É hora, por fim, da reorganização do setor de RH, que deverá intensificar esforços na tarefa de manter os talentos capazes de trazer soluções à empresa na sua recuperação e, ainda, na contratação de profissionais de excelência que tragam novas ideias capazes de acrescentar cada vez mais para o futuro da companhia, a médio e longo prazo.

 

São 48 anos de experiência em RH, atuando no setor para 200 das 500 maiores empresas do Brasil. Conheça um pouco mais sobre a Luandre.

 

2018: Em busca novamente das duas categorias

Em 2018, a Luandre disputa pela 17a vez consecutiva como a melhor empresa de Recursos Humanos na categoria Temporários & Efetivos, prêmio este que conquistou por 6 vezes.

 

E como destaque individual, o diretor Fernando S B Medina disputa pelo segundo ano consecutivo o prêmio na categoria Empresario de Destaque – Fornecedores de RH, prêmio também conquistado em 2017.

 

Seis vezes Top of Mind de RH

Fator importante de reconhecimento, o TOP tem como objetivo identificar e reconhecer as empresas e profissionais mais lembrados na área de RH. É um prêmio que consolida a Luandre como a mais lembrada na categoria Temporários & Efetivos.

 

Essa indicação tem dois significados importantes: o primeiro deles é demostrar que a Luandre alcança grande notoriedade no mercado, consolidando-se como uma referência em seu segmento.

 

O segundo e, na nossa opinião, mais importante é mostrar que todo o empenho e dedicação com que cada um dos nossos colaboradores atua, seja no atendimento aos clientes, seja aos milhares de candidatos que comparecem em nossas unidades todos os dias.